Skate: história e cultura

Rebelde, street e radical, o skate hoje é muito mais do que um esporte, é um estilo de vida. Mas você sabe como ele começou? Preparamos um resumão dessa história com altas aventuras!

 

 

Foi na Califórnia, nos anos 1950, que tudo começou. Lá, o surfe era a prática da vez, mas os surfistas andavam #chateados pela falta de ondas no litoral naquela época. Foi então que tiveram a brilhante ideia de criar algo parecido com o surfe, mas sem a água: o skate.

 

Quando criado, era conhecido como sidewalk surfing (surfe de calçada), e era basicamente um pedaço de madeira em forma de prancha com rodinhas de patins. O problema é que essas rodas eram de aço, que faziam o skate escorregar e rolavam uns tombos feios.

 

 

O nome skateboard, como conhecemos hoje, começou a ser usado nos anos 1960 pelos caras que já haviam criado manobras e deram certa identidade para o esporte. Mas foi nos anos 1970 esporte ganhou uma versão 2.0: a prancha ganhou rodas de uretano, que tornavam o skate mais veloz ainda e evitava os tombos. Essa invenção fez o skate ainda mais popular do que já era.

 

Essa época foi mágica. A galera sobre rodinhas cresceu tanto que tiveram que criar locais público só pro pessoal: os skate parks. O esporte se expandiu para outros países, como o Brasil, começaram os torneios, os patrocínios e destaque na mídia! Foi aí também que o skate começou criar laços com o movimentos Punk e o New Wave e ganhar essa imagem de esporte rebelde. Daí pra frente foi pura decolagem.

 

 

Aí vieram os brilhantes anos 1980. Surgiram os ousadinhos Rodney Mullen e Tony Hawk, dois dos maiores nomes do skateboard mundial, que chegaram para consagrar de vez e marcar uma geração. O primeiro simplesmente inventou a maioria das manobras que conhecemos hoje; o segundo ficou tão famoso por enfrentar desafios gigantescos que ganhou até uma série de jogos com seu nome!

 

Outro cara da hora nessa parada foi nosso brazuca Bob Burnquist, que deu as caras no fim dos anos 1990. Hoje é considerado o maior skatista do mundo e pai da Megarrampa, além de ser o maior medalhista do X-Games, a olimpíada mundial de skate.

 

Megarrampa: a consagração do skate vertical
Megarrampa: a consagração do skate vertical (Foto: Shutterstock)

 

Nomes como Bob, Tony e Rodney foram e ainda são inspiração para a longa vida desse estilão de ser. A Kanui também é outra segue firme na onda de alastrar essa cultura, com roupas iradas para skatistas e seus fãs. E aí, vai ficar fora dessa?