Cartões-postais são palco do Slack Favela

Raphael Alves no Morro do Cantagalo (Foto: Arquivo Pessoal)
Raphael Alves no Morro do Cantagalo (Foto: Arquivo Pessoal)

Um grupo chamado Slack Favela promove benefícios para jovens moradores de favelas no Rio de Janeiro. Confira a sessão de fotos radicais feitas em cima de Highlines nos cartões-postais da cidade!

O que é o Slack Favela?

Como eles mesmos se definem: “Somos atletas a praticantes de Slackline e moradores do Vidigal, nosso objetivo além de evoluir no esporte é passar a mensagem dos benefícios sobre o esporte”

Assim como tantos outros projetos, o Slack Favela ajuda muitos jovens de classe baixa, moradores de comunidades, a optarem por bons caminhos. Como sempre, o esporte mostra o seu poder, o qual vai muito além de proporcionar saúde, diversão e entretenimento e consegue ser responsável pela inclusão social de milhões de crianças e adultos no Brasil e no mundo, formando a todo o tempo pessoas e personalidades.

O grupo nasceu no Vidigal mas não se limita apenas aos moradores da comunidade. Várias favelas, entre elas, a do Morro do Cantagalo e do Morro dos Cabritos recebem incentivos e participam ativamente da ideia de estimular o slackline.

Highline no Morro do Cantagalo, em Ipanema, na Zona Sul do Rio (Foto: Felipe Andrei)
Highline no Morro do Cantagalo, em Ipanema, na Zona Sul do Rio (Foto: Felipe Andrei)

O que mais chama atenção, além da bela iniciativa, é a beleza das fotos tiradas nos locais praticados. Radical, insano…

O atleta Raphael Alves faz highline no Rio (Foto: Arquivo Pessoal)
O atleta Raphael Alves faz highline no Rio (Foto: Arquivo Pessoal)

“Esse grupo é um projeto que evoluiu até mais do que eu pensava. Minha ideia era fazer workshops na comunidade. Somos um grupo de cinco pessoas, fazemos apresentações na Praça do Vidigal e falamos sobre a história do esporte”, avaliou Paulo Henrique King, morador do Vidigal e ativo no projeto.

Mais um projeto que mostra que o esporte é vida e que faz bem ao corpo e ao cérebro, além de tirar milhares de jovens do caminho do tráfico e afins. O esporte tem o poder de curar, motivar e amparar as pessoas. Em um país como o Brasil, que tem um potencial gigantesco em dezenas de esportes, apenas o futebol receber investimentos e ser valorizado é um grande desperdício e uma medida totalmente incabível para a sociedade. Independente do que digam, o esporte é sim saúde e educação e as vezes vai muito além de tratamentos convecionais, propiciando melhoras em diversas áreas para o ser humano. Por esses motivos que esportes  como o basquete, o vôlei, o skate, o surf, o próprio slackline, o atletismo e muitos outros mereciam ser olhados com melhores olhos, mas infelizmente por falta de competência, má vontade, ignorância ou por “MOTIVOS DESCONHECIDOS” aqueles que tem essa responsabilidade na mão não proporcionam ao povo isso que deveria ser um direito!

Um dos pontos turísticos que atrai o pessoal do Slack Favela é a pedra da Gávea. Na foto abaixo, um americano (que não faz parte do grupo) deita no pico a uma altura impressionante.

Brian Mosbaugh deita ao fazer highline a 850m de altura na Pedra da Gávea (Foto: Agência Carters)
Brian Mosbaugh deita ao fazer highline a 850m de altura na Pedra da Gávea (Foto: Agência Carters)

O Highline da Pedra da Gavea é um dos mais altos do mundo. Com altura de 840 metros e comprimento de fita de 25 metros, este é sem dúvida um dos mais difíceis do Brasil e do mundo por causa da ação do vento, da altura e em determinados dias também pela ação das nuvens.

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